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	<title>Instituto Minas</title>
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	<title>Instituto Minas</title>
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		<title>Direito a um parto humanizado (profissão reporter, globo)</title>
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		<pubDate>Mon, 31 Jul 2023 10:04:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A assistência ao parto normal humilha, diminui a paciente, não coloca a paciente como protagonista, muitas vezes é violento. A cesariana entra como uma salvação. Pra gente mudar a mentalidade de que a cesariana é melhor, a gente precisa mudar o modelo de assistência obstétrica”, afirma a obstetra Krisley Almeida.]]></description>
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<p>A assistência ao parto normal humilha, diminui a paciente, não coloca a paciente como protagonista, muitas vezes é violento. A cesariana entra como uma salvação. Pra gente mudar a mentalidade de que a cesariana é melhor, a gente precisa mudar o modelo de assistência obstétrica”, afirma a obstetra Krisley Almeida.</p>
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		<title>Violência obstétrica no parto: mãe relata veto a acompanhante e episiotomia sem autorização (globo)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[danielsoaresdesign]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Jul 2023 10:03:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Moradora de Campinas (SP), de 34 anos, lembra situação vivida em 2016 e denúncia à Justiça, que condenou Maternidade ao pagamento de R$ 10 mil por desrespeito ao direito dela a ter acompanhante. O flagrante do estupro de uma grávida por um anestesista durante o parto deixou em evidência a falta de proteção das mulheres [&#8230;]]]></description>
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<p>Moradora de Campinas (SP), de 34 anos, lembra situação vivida em 2016 e denúncia à Justiça, que condenou Maternidade ao pagamento de R$ 10 mil por desrespeito ao direito dela a ter acompanhante.</p>



<p>O flagrante do estupro de uma grávida por um anestesista durante o parto deixou em evidência a falta de proteção das mulheres nos mais diversos ambientes. E foi em um cenário desses, dentro de uma maternidade, à espera do filho, que uma dona de casa de Campinas (SP) também relata ter sido vítima de violência obstétrica.</p>



<p>A vítima conta que foi impedida de ter a companhia do marido durante o parto, sendo que a mãe, mesmo autorizada, só a viu antes e depois do nascimento do neto. O caso ocorreu em 2016 e foi parar na Justiça, que condenou a Maternidade de Campinas ao pagamento de R$ 10 mil à vítima por danos morais por ter desrespeitado o direito da mulher de ter um acompanhante no parto.</p>
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		<title>Violência obstétrica no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[danielsoaresdesign]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Jul 2023 10:01:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[¨Ele riu de mim, me cortou, usou fórceps e me tocou 5 vezes em uma hora¨, diz mulher que denuncia violência obstétrica em BH (GLOBO). O filho de Sabrina Carvalho teve edemas na cabeça. Mesmo com lei estadual que assegura o direito ao parto humanizado, ela teve que procurar três delegacias para conseguir registrar boletim [&#8230;]]]></description>
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<p>¨<em>Ele riu de mim, me cortou, usou fórceps e me tocou 5 vezes em uma hora</em>¨, diz mulher que denuncia violência obstétrica em BH (GLOBO).</p>



<p>O filho de Sabrina Carvalho teve edemas na cabeça. Mesmo com lei estadual que assegura o direito ao parto humanizado, ela teve que procurar três delegacias para conseguir registrar boletim de ocorrência.</p>



<p>A Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda que o médico faça um toque vaginal na parturiente a cada quatro horas. Sabrina ainda foi obrigada a ficar deitada durante o parto, posição que ela havia recusado em seu plano de parto.</p>



<p>“Foi uma experiência horrorosa, de violência e desrespeito. Fiquei pedindo perdão para o meu filho e o médico ainda disse que eu estava sendo ridícula”, disse a mulher que estava acompanhada do marido, da doula &#8211; profissional que presta assistência à gestante durante e depois do parto &#8211; e de uma fotógrafa.</p>
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		<title>Como deve ser um parto respeitado?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[danielsoaresdesign]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Jul 2023 10:00:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Isso tem muito debate e as pessoas acham que um parto respeitado é um parto idealizado com golfinhos no meio do Pacífico e não tem nada a ver com isso. Um parto respeitado pode ser um parto medicalizado se necessário, é um parto em que a mulher tem voz durante todo o processo, em que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Isso tem muito debate e as pessoas acham que um parto respeitado é um parto idealizado com golfinhos no meio do Pacífico e não tem nada a ver com isso. Um parto respeitado pode ser um parto medicalizado se necessário, é um parto em que a mulher tem voz durante todo o processo, em que a mulher é empoderada e pode escolher: que se a mulher quer poder se mexer, ela pode fazer, que se a mulher não quer a epidural ela não é insistida a cada minuto,&nbsp; Que se você quer dar à luz em quadrupedia não opte pela posição deitada para o conforto do profissional&#8230; Enfim, é um processo em que a mulher é informada de tudo e pode assumir esse papel de liderança, sempre colocando como premissa o poder de garantir a saúde materno-fetal. E quando o bebê nasce, onde ele deveria estar é no peito da mãe, não dançando de um lado para o outro.</p>
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		<title>Na Espanha ainda há violência obstétrica, mas estamos no caminho certo (paula camarós, comadrona espanhola especialista em parto humanizado)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[danielsoaresdesign]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Jul 2023 09:59:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Trabalhei na Inglaterra por seis anos e percebi que havia uma outra forma de viver a maternidade, uma forma muito respeitosa, em que a mulher tinha consciência e tinha opções com as quais ela, com base em evidências científicas, poderia tomar sua decisão. Decidi voltar para a Espanha, empreender e formar meu centro Baby Suite [&#8230;]]]></description>
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<p>Trabalhei na Inglaterra por seis anos e percebi que havia uma outra forma de viver a maternidade, uma forma muito respeitosa, em que a mulher tinha consciência e tinha opções com as quais ela, com base em evidências científicas, poderia tomar sua decisão. Decidi voltar para a Espanha, empreender e formar meu centro Baby Suite e é um lugar onde muitas mães se sentem em casa, porque se sentem ouvidas, cuidadas, respeitadas, nada lhes é imposto. Damos a eles uma série de opções baseadas em evidências científicas com prós e contras e no final são eles que vão tomar a decisão com base em quais benefícios e quais riscos a técnica tem, sabendo se há alternativas&#8230; São mulheres empoderadas, com todas as informações nas mãos.&#8221;</p>



<p>Em geral, na Espanha ainda há violência obstétrica, ainda há muita intervenção (episiotomias, induções, etc.). Temos muito a melhorar, mas acho que estamos, aos poucos, no caminho certo.&#8221;</p>
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		<title>Mãe ou nada: a agonia da infertilidade (boletim da Organização Mundial da Saúde &#8211; OMS)</title>
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		<pubDate>Mon, 31 Jul 2023 09:58:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Muitas mulheres inférteis nos países em desenvolvimento consideram que, sem filhos, as suas vidas são sem esperança. Weiyuan Cui relata o fardo que muitas dessas mulheres carregam e a falta de cuidados acessíveis. Para muitas mulheres inférteis em países de baixa renda, alguma esperança pode estar na introdução de serviços de infertilidade acessíveis. Um exemplo [&#8230;]]]></description>
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<p>Muitas mulheres inférteis nos países em desenvolvimento consideram que, sem filhos, as suas vidas são sem esperança. Weiyuan Cui relata o fardo que muitas dessas mulheres carregam e a falta de cuidados acessíveis.</p>



<p>Para muitas mulheres inférteis em países de baixa renda, alguma esperança pode estar na introdução de serviços de infertilidade acessíveis. Um exemplo inspirador é o Egito, que conseguiu reduzir seu crescimento populacional e, ao mesmo tempo, expandir os cuidados com a infertilidade.</p>



<p>Infelizmente, para a maioria das mulheres nos países em desenvolvimento, os serviços de infertilidade não estão amplamente disponíveis e a fertilização in vitro é inacessível. Embora a utilização ideal da FIV seja estimada em cerca de 1500 ciclos por milhão de habitantes por ano, a prestação do serviço fica significativamente aquém nos países em desenvolvimento, de acordo com o Dr. Gamal Serour, presidente da Federação Internacional de Ginecologia e Obstetrícia (FIGO) e diretor do Centro Internacional Islâmico de Estudos e Pesquisa Populacional da Universidade Al Azhar, no Cairo,&nbsp; Egito.</p>
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		<item>
		<title>Direito humanos do profissional da saúde. Polícia investiga paciente gestante que disse não gostar de ser atendida por médico gay em hospital na Bahia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[danielsoaresdesign]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Jul 2023 09:57:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Ofensas homofóbicas foram ditas depois que médico pediu exame que monitora os batimentos cardíacos do bebê. São investigados os crimes de homofobia e desacato a funcionário público no exercício da função. São investigados os crimes de homofobia e desacato a funcionário público no exercício da função. Enquadrada como racismo, a prática da homofobia tem pena [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Ofensas homofóbicas foram ditas depois que médico pediu exame que monitora os batimentos cardíacos do bebê. São investigados os crimes de homofobia e desacato a funcionário público no exercício da função.</p>



<p>São investigados os crimes de homofobia e desacato a funcionário público no exercício da função. Enquadrada como racismo, a prática da homofobia tem pena de um a três anos de prisão, além de multa. Já o desacato tem pena de seis meses a dois anos de detenção e também é passível de multa.</p>



<p>Um registro da discriminação também foi feito na ouvidoria do hospital. Outro médico, colega do primeiro profissional, assumiu o atendimento à grávida e usou uma peruca e batom para conversar com a mulher sobre a ofensa homofóbica.</p>
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		<title>Médico é preso por estupro de paciente que passava por cesárea</title>
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		<dc:creator><![CDATA[danielsoaresdesign]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Jul 2023 09:54:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Funcionários do Hospital da Mulher, de São João de Meriti, denunciaram Giovanni Quintella Bezerra, que foi preso pela Delegacia da Mulher. O anestesista abusou de uma paciente enquanto ela estava dopada e passava por um parto cesárea no Hospital da Mulher em Vilar dos Teles, São João Meriti, município na Baixada Fluminense. Mulheres da equipe [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Funcionários do Hospital da Mulher, de São João de Meriti, denunciaram Giovanni Quintella Bezerra, que foi preso pela Delegacia da Mulher.</p>



<p>O anestesista abusou de uma paciente enquanto ela estava dopada e passava por um parto cesárea no Hospital da Mulher em Vilar dos Teles, São João Meriti, município na Baixada Fluminense. Mulheres da equipe que fazia a operação suspeitavam do comportamento do médico e o filmaram com um celular escondido. Esse foi o terceiro procedimento cirúrgico que Giovanni participou no plantão.</p>
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		<title>Cesarianas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[danielsoaresdesign]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Jul 2023 20:25:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[No Brasil, onde a maioria das cesarianas ocorre em gestações de baixo risco, 54,4% desses partos ocorrem entre mulheres de alta escolaridade, contra 19,4% de mulheres de nível inferior. As cesarianas são indispensáveis quando ocorrem complicações, como sangramento, sofrimento fetal ou posição anormal do bebê, lembra o relatório. Mas também apresentam riscos como uma recuperação [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>No Brasil, onde a maioria das cesarianas ocorre em gestações de baixo risco, 54,4% desses partos ocorrem entre mulheres de alta escolaridade, contra 19,4% de mulheres de nível inferior.</p>



<p>As cesarianas são indispensáveis quando ocorrem complicações, como sangramento, sofrimento fetal ou posição anormal do bebê, lembra o relatório.</p>



<p>Mas também apresentam riscos como uma recuperação mais complicada para a mãe e problemas nos partos subsequentes (gravidez ectópica, desenvolvimento anormal da placenta&#8230;).</p>



<p>Além disso, o estudo destaca que estão surgindo evidências de que bebês nascidos por cesariana não são expostos aos mesmos processos hormonais, físicos ou bacterianos que os nascidos naturalmente, fato que pode alterar sua saúde.</p>



<p>Para limitar o abuso de cesarianas, o Congresso Mundial de Ginecologia recomenda, por exemplo, uma taxa única para todos os partos, obrigando os hospitais a publicar suas estatísticas, informando melhor as mulheres e melhorando o treinamento sobre partos naturais.</p>
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		<item>
		<title>Violência obstétrica no parto</title>
		<link>https://institutominas.com/2023/07/10/violencia-obstetrica-no-parto/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[danielsoaresdesign]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Jul 2023 20:20:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[Mãe relata veto a acompanhante e episiotomia sem autorização. Moradora de Campinas (SP), de 34 anos, lembra situação vivida em 2016 e denúncia à Justiça, que condenou Maternidade ao pagamento de R$ 10 mil por desrespeito ao direito dela a ter acompanhante. A vítima conta que foi impedida de ter a companhia do marido durante [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Mãe relata veto a acompanhante e episiotomia sem autorização. Moradora de Campinas (SP), de 34 anos, lembra situação vivida em 2016 e denúncia à Justiça, que condenou Maternidade ao pagamento de R$ 10 mil por desrespeito ao direito dela a ter acompanhante.</p>



<p>A vítima conta que foi impedida de ter a companhia do marido durante o parto, sendo que a mãe, mesmo autorizada, só a viu antes e depois do nascimento do neto. O caso ocorreu em 2016 e foi parar na Justiça, que condenou a Maternidade de Campinas ao pagamento de R$ 10 mil à vítima por danos morais por ter desrespeitado o direito da mulher de ter um acompanhante no parto.</p>
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